terça-feira, 28 de julho de 2009
Como a Mente e as Emoções podem afectar a Fertilidade do Casal
Publicada por manuela morgado em Terça-feira, Julho 28, 2009 11 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Infertilidade
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Tratamento Homeopático da Infertilidade
O tratamento Homeopático é um método alternativo, com bastante sucesso no tratamento de pessoas com problemas de infertilidade quer seja masculina, feminina ou mesmo do casal.
Considero que a infertilidade é um problema do casal e não só de um dos membros. Por isso, quando alguém me procura e pede ajuda para a resolução de uma situação de infertilidade, faço questão em falar com o casal em conjunto e individualmente, quer o diagnóstico que tragam seja de infertilidade masculina ou feminina.
A Homeopatia considera o ser humano como um TODO, que se manifesta em três níveis, mental, emocional e físico, que estão intrinsecamente ligados, sendo as manifestações físicas, ou sejam os sintomas, o resultado do desequilíbrio dos outros níveis. Assim, só depois de uma anamenése pormenorizada e individualizada de cada pessoa, como um TODO, o homeopata pode escolher o medicamento que mais semelhança tenha com a pessoa, o “similibus”, promovendo desta maneira o reequilíbrio da saúde na globalidade, para que todos os órgãos e funções do organismo trabalhem em harmonia. A saúde reprodutiva faz parte deste “pacote” de órgãos e funções que só funcionam bem quando há harmonia.
Nas últimas décadas tem aumentado muito o número de casais com problemas de fertilidade. Actualmente estima-se que cerca de um em cada quatro casais tem problemas de fertilidade.
As mulheres sofrem de menstruações irregulares muitas vezes com patologias associadas, nos homens, os problemas com o sémen, que vão desde a qualidade e quantidade, os problemas com os espermatozóides, que podem ser vários, aumentaram significativamente.
Dos casais que procuram ajuda para a concepção, cerca de 30% sofrem de infertilidade “inexplicada” (tudo está bem, fisicamente, para a procriação mas ela não acontece).
Dos restantes, muitos recorrem a tratamentos da medicina convencional com substâncias, que além dos efeitos secundários que provocam, deixam muitas vezes sequelas para toda a vida.
Os exames incómodos e dolorosos são processos pelos quais, quem deseja ter um filho, tem que passar, para se submeter aos variados processos de reprodução assistida. Reconheço, no entanto, que há situações de graves problemas de estrutura, onde a reprodução assistida é a única hipótese de alguns casais conseguirem ter um filho, mas também nestas situações a homeopatia pode ter um papel importante e dar uma ajuda valiosa para que o resultado final da intervenção seja positivo. Ao contrário dos tratamentos da medicina convencional, o tratamento homeopático tem a vantagem de ser um tratamento simples, muito fácil de fazer, barato, sem efeitos secundários e com resultados positivos, quer a causa da infertilidade seja masculina, feminina ou do casal. Os ciclos menstruais irregulares, o desequilíbrio hormonal quando não há ovulação, são obstáculos à fertilidade que a homeopatia resolve com sucesso. A preparação do útero para receber o óvulo fertilizado e promover a sua fixação, a melhoria do muco cervical que facilita a caminhada dos espermatozóides e a melhoria da mucosa uterina para favorecer a nidação, são situações onde os benefícios do tratamento homeopático também são bastante evidentes. As causas externas como o estilo de vida, tipo de alimentação, consumo habitual de bebidas alcoólicas, tipo de bebidas consumidas, fumo, exposição diária a substâncias tóxicas, a poluição por metais tóxicos, pesticidas e aditivos alimentares para conservação de alimentos, são factores, entre muitos outros, que afectam a capacidade reprodutiva do homem. São factores externos, a que chamamos “causas mórbidas”, que devem ser evitados e os comportamentos corrigidos para que o equilíbrio possa ser atingido. É na promoção do equilíbrio da saúde, desde o mental, emocional que se reflecte no físico, que o remédio homeopático actua, com resultados excelentes na resolução de muitas situações de infertilidade. Muitos pacientes perguntam “quanto tempo vai demorar o tratamento?”, a isso eu não sei responder. Tanto pode demorar três meses como um ano, ou mesmo mais, tudo depende da situação, de cada pessoa, da cronicidade do problema, dos tratamentos químicos feitos anteriormente e da profundidade do tratamento necessário. Tal como nas outras medicinas, também em homeopatia não há certezas absolutas. Todos sabemos que a fertilidade do homem e da mulher é um processo complexo e muito delicado. Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser prescrito e orientado por um Homeopata profissional, com formação homeopática de base, que saiba prescrever respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.
domingo, 28 de junho de 2009
História da Homeopatia em Portugal
A Revista de História da Faculdade de Letras do Porto, publicou um artigo/resumo, escrito Yann Loïc Macedo de Morais Araújo, baseado na sua tese de mestrado que se chama “Passos Manuel, Medicina Homeopática e Saúde Pública”, esta tese aborda o panorama médico-cirúrgico e farmacêutico, clássico e alternativo/complementar, na época em que governou e viveu Passos Manuel.
Neste trabalho temos o testemunho de que também em Portugal, na época do Dr.Hahnemann, a Medicina Homeopática tinha expressão. (ARAÚJO, Yann — Passos Manuel, Medicina, Homeopatia e Saúde Pública, Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2006).
Mais informação sobre o assunto, pode ser lida no site que indico a seguir:
quinta-feira, 25 de junho de 2009
O que é a "Doença" para a Homeopatia
Para a Homeopatia, a doença é uma alteração da parte energética do homem, é uma perturbação mórbida da energia vital, que se manifesta através de sintomas mórbidos, com a consequente diminuição da força vital. O organismo fica predisposto para processos irregulares de funcionamento a que chamamos doença.
Quando isto acontece, a doença manifesta-se projectando-se emocional e fisicamente, de acordo com as condições que foram proporcionadas pela genética familiar que herdámos assim como os hábitos que normalmente aceitamos, ficamos condicionados fisicamente para que a doença se manifeste patologicamente de acordo com as fragilidades físicas herdadas da nossa família.
Toda a doença começa no mental e as chamadas “doença emocional” e “doença física”, não são mais do que a maneira que o organismo encontrou de manifestar o seu desequilíbrio energético (diminuição da força vital), sob a forma das mais diversas patologias.
A doença manifesta-se sempre em três níveis: mental, emocional e físico. É o resultado de um desequilíbrio energético ou dinâmico na saúde. É esta vitalidade que age profundamente, a primeira que se altera. Qualquer dos seus primeiros movimentos são invisíveis, ao observador, o que imediatamente se pode observar é uma alteração no emocional (a nível das emoções, do afecto, vontade, intelecto), passando de seguida, a manifestar-se nos planos mais densos ao nível dos órgãos, do corpo físico. É o conflito entre o mental e o emocional que causa a patologia.
Desde que o Homem tomou consciência de si e do que se passa à sua volta, observou que todas as pessoas são diferentes, são únicas. Cada indivíduo, numa mesma situação de stress, dá uma resposta diferente para a situação. Algumas pessoas, parecem não ser afectadas por qualquer distúrbio interno ou externo a que estejam sujeitas, ao invés de outras, às quais os mesmos distúrbios causam manifestações mais ou menos graves, mais ou menos profundas, sempre de acordo com o indivíduo.
A manifestação dos sintomas é individual e está sempre de acordo com a capacidade que o organismo tiver de lidar com as influências internas ou externas a que está sujeito o indivíduo.
É pela apreciação do conjunto dos sintomas e de todas as manifestações quer elas sejam físicas, emocionais ou mentais que o homeopata chega ao doente e por conseguinte à doença. Só assim será possível encontrar o medicamento mais semelhante para alcançar a cura, que é o objectivo e a missão do médico homeopata, (Dr. Hahnemann no 1º parágrafo do Organon).
domingo, 21 de junho de 2009
O que é e como nasceu a Homeopatia
A Homeopatia, é um método de tratamento criado pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, que se fundamenta na Lei da Semelhança. Segundo esta lei, o semelhante cura-se pelo semelhante, isto é, para tratar um indivíduo que está doente é necessário aplicar um medicamento que apresente (quando experimentado no homem são) os mesmos sintomas que o doente apresenta.
Homeopatia é uma ciência e uma arte baseada nas leis da natureza para a cura, ao contrário da alopatia a medicina oficial da época.
O termo HOMEOPATIA foi criado por Samuel Hahnemann, tem origem grega, vem de "Homeos" = semelhante e "Pathos" = doença, patologia e significa patologia semelhante. Ao contrário, o termo ALOPATIA vem "Ayos" = diferente, contrário e "Pathos" = doença, patologia.
Por exemplo: Se uma pessoa sã ingerir doses tóxicas de uma certa substância, irá apresentar sintomas como dores gástricas, vómitos e diarreia; se, por outro lado, for administrada essa mesma substância, preparada homeopaticamente, ao doente que apresenta dores gástricas, vómitos e diarreia, com características semelhantes àquelas causadas pela substância em questão, obtém-se, como resultado, a cura desses sintomas.
A homeopatia nasceu como resposta à profunda frustração e descontentamento que o Dr. Hahnemann, um profissional, médico sensível e humanista, sentia perante a medicina anti-vitalista e brutal do seu tempo que, ainda mais do que hoje, considerava o ser humano como um aglomerado anárquico de partes, despojadas da sua essência e cuja terapêutica era terrivelmente agressiva e muitas vezes irracional.
Samuel Hahnemann, nasceu em Meissen, Saxónia, em 10 de Abril de 1755, e faleceu em Paris, em 2 de Julho de 1843. De origem humilde, estudou medicina em Leipzig. Após vários anos de clínica, constatou a impossibilidade que havia, na altura, de minimizar os males e o sofrimento daqueles que o procuravam em busca da cura, em parte devido aos métodos de tratamento utilizados que, em vez de curarem, debilitavam ainda mais o paciente.
O seu descontentamento fê-lo desistir de praticar medicina e dedicar-se à tradução de livros. Ao traduzir a Matéria Médica de Cullen, um médico inglês de renome, ficou admirado com a sintomatologia produzida pela substancia “China del Peru” quando tomada em quantidades excessivas (intoxicação). O que lhe chamou à atenção foi o facto de que estes sintomas correspondiam aos produzidos pela malária, doença para a qual a china é a substância indicada para o seu tratamento, até mesmo nos dias de hoje. A partir daí pensou na possibilidade de outras substâncias terem as mesmas propriedades, ou seja: PRODUZIREM SINTOMAS E ESTES CURAREM SINTOMAS PARECIDOS DAS DOENÇAS NATURAIS. Isto foi descrito mais tarde como a LEI DA SEMELHANÇA ou a LEI DA CURA. O "semelhante pode ser curado pelo semelhante" ("SIMILIA SIMILIBUS CURANTUR").
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